O PCMSO é o programa de saúde ocupacional exigido pela NR-7. Na prática, ele vira centenas de exames por ano, cada um com sua periodicidade, seu ASO e seu evento no eSocial. Um software de PCMSO serve para que nada disso dependa de planilha.
O que a NR-7 exige e o software precisa acompanhar
- Exames por risco e função: admissional, periódico, retorno ao trabalho, mudança de risco e demissional.
- ASO para cada exame clínico.
- Relatório analítico anual feito pelo médico responsável (item 7.6.2).
- Prontuário guardado por no mínimo 20 anos depois do desligamento (item 7.6.1.1).
- Evento S-2220 no eSocial a cada exame.
O que avaliar num software de PCMSO
- Exames ligados aos riscos do PGR. Se o risco muda, os exames da função deveriam mudar junto.
- Aviso antes de vencer. ASO periódico vencido é das falhas mais comuns em fiscalização.
- Integração com a clínica. Quem faz o exame deveria conseguir lançar o resultado, sem o RH redigitar.
- S-2220 sem retrabalho. O evento deveria sair do ASO.
- Prontuário e histórico por trabalhador, prontos para auditoria e para o PPP.
Como o SSTSegura faz
- A matriz da NR-7 sugere os exames a partir do perfil e dos riscos do trabalhador.
- Cada ASO fica no histórico do trabalhador, com aviso de vencimento 30 dias antes.
- O S-2220 é gerado a partir do ASO e validado antes do envio.
- Prontuário e audiometria ficam no histórico do trabalhador, junto dos ASOs.
- Clínicas parceiras podem lançar os ASOs direto na plataforma.
O PCMSO precisa de médico do trabalho coordenador; o software organiza e documenta o programa, não substitui o médico. Para entender a norma, veja a página da NR-7. Para testar, o SSTSegura para empresas tem 14 dias sem cartão.